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terça-feira, 1 de outubro de 2013

Resenha Vencedora - 6º ano

Resenha, Percy Jackson e o Mar de Monstros, 

por Isabella Tolentino de Oliveira (6° ano C)

Mar de Monstros é a continuação de O Ladrão de Raios, e segue uma nova aventura de Percy (Logan Lerman), Annabeth (Alexandra Daddario) e Grover (Brandon T. Jackson), acompanhados por Tyson (Douglas Smith), meio irmão de Percy. Juntos eles precisam achar o Velocino de Ouro para salvar a árvore de Thalia, protetora do Acampamento Meio-Sangue, que foi envenenada e pode morrer. Nessa aventura eles vão ter que navegar pelo Mar de Monstros e enfrentar perigos mortais.

Diferente do primeiro filme, a jornada dos personagens principais acontece no oceano e isto nos dá a chance de conhecer mais um pouco da mitologia grega, com novas criaturas e, é claro, monstros horríveis que ameaçam a todos. Os efeitos especiais ajudam muito com isto, já que nos dão a impressão de que tudo o que vemos é real.

Novos personagens, como Clarisse e Tyson, aumentam ainda mais a diversão, mas mesmo assim existem pontos negativos para a história. As mudanças muito grandes que fizeram na adaptação, como por exemplo, a ilha do ciclope Polifemo (que virou um parque de diversões quando na verdade era um paraíso natural), são as piores partes para quem já leu o livro. Outros trechos, como quando Percy é transformado em um porquinho-da-índia, foram cortados e não apareceram.

Vale muito à pena assistir o filme em 3D, pois em momentos de ação e na aparição de alguns dos monstros, os efeitos causam sensações diferentes e dão a ideia de que seremos atacados. Mas mesmo quem não for ver em 3D vai gostar bastante da aventura que Percy vive e de todas as surpresas que estão guardadas no Mar de Monstros.

Resenhas vencedoras - 7º ano

Círculo de Fogo

(Pacific Rim)

Por Camila Carolina, Emanuelle e Letícia

Direção: Guillermo del Toro
Gênero: Aventura e ficção científica
País e ano de produção: EUA, 2013
Censura: 12 anos


O novo filme de Guillermo del Toro, que estreou no Brasil em nove de agosto, conta a história do piloto Raleigh Antrobus (Charlie Hunnam), selecionado junto com seu irmão para pilotar um robô Jaeger (palavra de origem alemã que significa caçador), pois a Terra está sendo atacada por Kaijus (“besta gigante”, em japonês). Essas criaturas monstruosas saem de uma fenda entre duas placas tectônicas no Oceano Pacífico e poderão destruir o planeta. O Marechal Stacker (Idris Elba) e Mako Mori (Rinko Kikuchi) ajudarão Raleigh na luta contra os terríveis alienígenas.
Guillermo del Toro, que dirigiu “Cronos” (1993) e “Blade 2” (2002), usou técnicas tradicionais de animação em “Círculo de Fogo”. Os efeitos especiais têm um resultado bastante real, principalmente quando se trata dos Kaijis, o que deu muito mais vida ao filme. A trama é bem desenvolvida, mas faltou originalidade no desfecho. A atuação do elenco é ótima, com atores que dão vida e realidade aos personagens.



“Círculo de Fogo” ultrapassa expectativas

Por Lucas de Oliveira Souza

Em “Círculo de fogo” (Pacific Rim, EUA, 2013), o diretor Guillermo del Toro (Cronos, 1992 e Blade 2, 2002), se inspirou em uma área onde há um grande número de terremotos e forte atividade vulcânica, localizada no Norte do Oceano Pacífico e também teve o objetivo de homenagear os monstros gigantes do cinema japonês. 
O filme é uma grande aventura em que criaturas gigantescas (Kaijus) que existem desde o tempo dos dinossauros saem de uma fenda no Oceano Pacífico no ano de 2017 para atacar o mundo. Para que não acontecesse o fim da vida na Terra, governantes de todo o planeta trabalham em conjunto e criam um sistema de defesa em que uma dupla de pilotos estabelece um fluxo neural, possibilitando assim o controle de robôs gigantes chamados Jaeger. 
Del Toro arrasa mais uma vez, utilizando uma grande quantidade de tecnologia,o que dá ainda mais emoção nas cenas que mostram os confrontos entre os monstros e os robôs. A criatividade do diretor é imensa e os atores Charlie Hunnam, Rinko Kikuchi e Idris Elba são muito talentosos.


Abaixo temos ilustrações criadas pelos alunos do 7º ano, referentes ao filme Círculo de Fogo.

Luiz e Eduardo

Iara Helena, Arthur e Hyago

Iara Helena, Arthur e Hyago

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Resenha Vencedora

A Marca de Atena de Rick Riordan - por Jasmin Mendes Ramos. 


Mais uma obra de Rick Riordan, “A Marca de Atena” é o terceiro livro da segunda série de Percy Jackson, “Os heróis do Olimpo”.

Depois de receberem uma profecia aterrorizante, sete meios-sangues gregos e romanos, que não se dão bem, se unem e partem para uma nova missão: salvar o mundo das mãos de Gaia – a Deusa da Terra – que manda gigantes para derrotá-los, mas que só podem ser mortos por um deus e um semideus juntos.

Nos livros anteriores, Jason, um herói romano filho de Júpiter, aparece misteriosamente no Acampamento Meio-Sangue, no qual todos são gregos. Jason se torna amigo de Piper, filha de Afrodite; Leo, filho de Hefesto; e Annabeth, filha de Atena. Ao mesmo tempo, Percy Jackson, o personagem principal da série anterior, está no Acampamento Júpiter e tem como amigo Hazel, filha de Plutão; e Frank, filho de Marte. Assim, Jason e Percy ensinam aos dois acampamentos a como conviver bem uns com os outros.

Neste terceiro livro, Annabeth, como filha de Atena – deusa da sabedoria – é recebida no Acampamento Júpiter de uma forma não muito boa, pois uma profecia a aguarda:

“A filha da sabedoria caminha solitária
A Marca de Atena por toda Roma é incendiária
Gêmeos ceifaram do anjo a vida
Que detém a chave para a morte infinita
A ruína dos gigantes se apresenta dourada e pálida
Conquistada por meio da dor de uma prisão tecida”

Com a chegada de Annabeth, os sete heróis têm de fugir imediatamente.

A missão de Annabeth é seguir a Marca de Atena (uma coruja), para conseguir chegar à suposta motivação da briga entre gregos e romanos e recuperar Atena Paternos, uma estátua roubada pelos romanos – vingando, assim, sua mãe, que não fora aceita como deusa da guerra em Roma. Quando ela consegue recuperá-la, com muita dificuldade, uma coisa inesperada acontece.

O livro é muito atrativo, prende os leitores a cada aventura. Não conseguimos parar de lê-lo: quando acaba um capítulo, nós queremos ler o próximo. Além do suspense, Rick Riordan conseguiu colocar um romance no meio: Frank compete com Leo para ver quem fica com Hazel. É bem emocionante. E o pior, é que os únicos deuses que podem ajudar, são os mais improváveis: Dionísio, ou Baco, deus do Vinho, Afrodite ou Vênus, deusa da beleza e Nêmeses, deusa da vingança. Todos os outros se calam.

No meio da jornada muitas surpresas! Só lendo para descobrir. Minha dica para se ler: “A Marca de Atena”.